Levanta e sacode a poeira
Que excelente laboratório...
Certa vez tive a sorte de assistir o documentário da Dra. Jill Bolte Taylor, neurocientista.
Ela monitora os sintomas durante seu próprio AVC, pede ajuda e faz o diagnóstico.A velocidade do socorro foi vital em sua recuperação.
Ela escreveu um livro sobre isso.
A partir daí passei a fazer o exercício da terceira pessoa e mais tarde descobri que se trata de uma técnica da Neurolinguística.
Observar e entender a situação livre de emoção é fundamental nos momentos de crise... E, por questões matemáticas, a chance de que aconteça no horário do trabalho é grande.
Como agir?
A primeira coisa é não fazer nada... Nem que seja por alguns minutos.
Espere suas idéias se ajustarem à nova realidade descoberta.
Respire fundo. Isso faz seu cérebro entender que há calma para uma saída estratégica.
Se possível use mensagens de texto no celular, é mais discreto.
Caso precise falar com alguém que lhe irritou tente sair de seu ambiente de trabalho. Não envolva sua equipe em seus problemas.
Podere. A situação será alterada até a hora de sua saída do trabalho? Se não, vá ao banheiro, lave o rosto, beba uma água e recomponha-se.
A vida muda, as coisas se transformam e isso vai passar.
E, nem pense em se envergonhar... Todos nós passamos por isso!
Mas apenas reagem adequadamente no mundo corporativo...
Que oportunidade de mostrar o seu valor!
Quem nasceu primeiro: O apagão de talentos ou o desemprego?
Devemos considerar que parte desse número é composta por pessoas sem preparação, indivíduos que não possuem aptidões técnicas e que não conseguem buscar oportunidades relacionadas às suas competências. Não sabem como preparar seus currículos ou participar de processos seletivos. Não sabem como se portar, como se vestir e o que procurar. Precisam de ajuda.
Na contramão desse movimento alguns empregadores exageram nas qualificações desejáveis para o cargo que oferecem. Exigem habilidades que inviáveis em relação à atividade realizada. Agem como se aproveitassem a época de muita oferta para qualificar seu quadro de funcionários. Não percebem que desta forma fomentam a insatisfação do colaborador e a contaminação dos ânimos da equipe. Eles também precisam de orientação.
Mas por outro lado, existe um número expressivo de pessoas que se vêem perdidas nesse momento tão intrigante. Profissionais com formação sólida, experiência comprovada e muita vontade de produzir.
Encontramos pessoas medíocres em cargos de destaque e pessoas brilhantes sem oportunidade de crescimento. Como resolver?
E mais uma vez a conclusão é essa: Enxergando-se!
Quando trabalhamos de acordo com nossas competências a excelência é uma questão de tempo. A todo o momento estamos observando o mundo, as possibilidades e entendendo a relação de tudo com nossa vida corporativa. A partir daí a criação é certa. Inovamos, mudamos e transformamos nosso ambiente.
E quem seria louco de não querer um profissional assim?
Portanto a mensagem é:
Invista no que você é bom. É a única forma de ser tornar ótimo.
Se mesmo assim seu gestor não perceber, quem se importa? O mundo gira e o mercado irá te buscar onde você estiver.
E se ainda não estiver trabalhando?
Multiplique suas formas de busca, revise seu currículo, use seus contatos e mostre ao mundo seu diferencial.
Estude sua região e perceba o momento econômico que vivemos. Quais oportunidades surgirão? O que posso fazer para agregar? Onde investir meus conhecimentos?
Recolocação profissional é puro planejamento. Escolha onde quer estar e veja o que é preciso. Faça um plano de ação e execute.
Com certeza nesse momento algum empregador está procurando por você.
Mostre-se, assuma seus talentos e seja feliz!
Estratégia sim. Falta de ética, nunca!
De forma inédita, logo na primeira semana ele propôs aos grupos uma troca de favores, negociando seu poder de voto, já que foi o primeiro fazendeiro. Um grupo logo aceitou a parceria e o outro, ético, negou-se a vender seus votos. Foi o suficiente para tornarem-se alvos de todos os participantes.
Enquanto a matemática permitiu, o grupo foi atacado deliberadamente, sem motivo justo, mecanicamente, por todos.
Eis que a sorte mudou e um deles teve o poder de fogo. Encheu-se de coragem e atirou seus últimos guerreiros ao combate com o famoso comediante.
Logo os ânimos se alteraram afinal atacar é fácil...
E o espetáculo da injúria, da difamação e da inverdade se instalou. Alguma semelhança com a vida real?
Mas numa atitude honesta o público decidiu que o articulador sairia, mudando a dinâmica do programa e permitindo novas oportunidades.
Agora não possuem o líder do massacre e os atacados se fortaleceram.
O que será que o futuro lhes reserva?
E no mundo corporativo? Será que vale a pena vender seu voto? Atacar quem não merece, acompanhar a votação da maioria por pura falta de visão?
Cuidado... Pode ser um tiro no pé.
A diferença é que talvez o seu prejuízo supere os dois milhões.
E não adianta reclamar, amanhã tem prova de eliminação.
Aliás, a prova é diária, não me refiro ao programa.
Pense nisso!
Mergulhe fundo sim!
Sua história apenas começa.
Já é hora de escolher o roteiro, lembrando que seus “leitores” exigem seu melhor. Essa é a hora de fugir dos velhos modelos.
A primeira reação é de comparação. Evite essa atitude tão perigosa. Cuidado com o risco da ilusão. Ilusão?
Sim. Temos a tendência de esquecer do que foi ruim, de minimizar as dificuldades passadas.
Basta mais uma vez comparar com a vida comum. Quem se separa e lamenta a falta do outro só recorda o que foi bom, precisa ficar repetindo mentalmente o motivo da separação, concluindo a cada dia que foi melhor assim, até que finalmente consegue assimilar a situação. No mundo corporativo ocorre da mesma forma. Só lembramos do que foi bom, principalmente quando o novo “lar” aparentemente deixa algo a desejar.
Portanto, esteja aberto para descobrir esse novo lugar, com todas as suas particularidades. Perceba em que sua experiência poderá agregar aos processos, às pessoas, à empresa.
Entenda a cultura do lugar e seus colegas. Ouça sem retrucar mentalmente. Dispa-se de suas verdades e admita que outras formas de trabalho existem e funcionam.
Nada pior do que chegar questionando, passando a impressão de arrogância. E o pior, talvez sequer exista a chance de desfazer esta imagem.
Aprenda sua rotina da melhor forma. Preocupe-se com os detalhes. Pergunte se está correto. Seja humilde.
E trabalhe. Faça parte da equipe. Integre-se. Multiplique seus conhecimentos. Assim, quando o seu resultado brilhar, o sucesso será de todos e você não sofrerá da síndrome do pato novo, que não deve mergulhar fundo.
Afinal, assim como na vida, no ambiente de trabalho o sucesso está em suas escolhas e é construído a cada momento. Basta que você decida.
Qual a sua escolha para o dia de hoje?
Algumas pessoas desenvolvem inúmeras competências. Sua atividade o impulsiona para variadas vivências. Nem sempre de forma planejada, às vezes por falta de opção, esse profissional é visto como estratégico e essencial nas organizações.
Hoje é dia do vendedor.
Profissional de logística, já que realiza a gestão do provimento de recursos (prospects), equipamentos (notebook, celular, automóvel) e informações (visão de mercado). Escolhe suas rotas, administra seus riscos e suas provisões para meses futuros.
Profissional de oratória, argumentando sobre seus produtos e serviços.
Profissional de finanças, administrando seus proventos irregulares e filtrando clientes com lastro no mercado.
Profissional de marketing, entendo suas necessidades de seu cliente (empresa), formando uma imagem positiva orientada para resultados.
Profissional de RH, criando um ambiente corporativo positivo, contribuindo com seu bom humor e sua versatilidade.
Sem falar da postura, das roupas, da atitude...
Vendedores competentes valem a peso de ouro no mundo corporativo. Pessoas que inovam, que gostam das mudanças e possuem visão generalista do modelo de negócio.
Profissionais que trazem a rentabilidade e representam as instituições no mercado.
Quanta responsabilidade!
Parabéns a todos que valorizam esta profissão!
Que mercado é esse?
Mas, se são apenas pessoas, até quando suas estruturas suportarão? Quero dizer, até onde um excelente líder é capaz de chegar?
Sim, capaz de abrir mão de qualidade de vida?
É claro que determinadas posições passam por um nível de estresse. Sem dúvida qualquer gerente pode perder uma noite de sono, uma data comemorativa... A questão é: Até que ponto poderá ceder?
Onde termina o pessoal e começa o profissional?
Qual deles terá mais valor?
Depende da pessoa? Não acredito... Até os mais individualistas precisam da autonomia de seu tempo, nem que seja para gastar em sua própria companhia.
Quando penso a esse respeito lembro-me de “turn over”, já que sempre haverá alguém “novinho em folha” para reposição.
E cada vez mais o padrão de qualidade e profissionalismo exigirá mais desprendimento.
E as empresas ficam mais enxutas e a oferta cresce a cada dia... Tem solução?
Sim e a resposta é bem piegas:
Amando o que faz.
Só quando trabalhamos com a alma somos capazes de viver em estado de produção. Qualquer momento é propício para uma solução, uma nova idéia...
E o mundo percebe, enviando oportunidades de desenvolvimento. O ciclo é positivo. Ficamos em alta.
Se mesmo assim formos desligados, quem se importa?
Afinal, conviver com quem não nos valoriza significa dizer para o mundo que valemos menos ...
O final da história você já sabe...
Seja Coaching de sua própria vida. Conheça suas competências e invistas nelas.
E o resto?
Não terá a menor importância.


